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	<title>Aliança</title>
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	<description>Cancro do Pulmão</description>
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	<title>Aliança</title>
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		<title>Dia Mundial Sem Tabaco: Uma Aliança na Prevenção do Cancro do Pulmão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 11:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O tabagismo é uma das principais causas de doenças e mortes evitáveis no mundo, sendo responsável por milhões de óbitos todos os anos. A Organização Mundial da Saúde (OMS), e os seus parceiros, a cada 31 de maio, comemoram o Dia Mundial Sem Tabaco, destacando os riscos para a saúde associados ao uso do tabaco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tabagismo é uma das principais causas de doenças e mortes evitáveis no mundo, sendo responsável por milhões de óbitos todos os anos. A Organização Mundial da Saúde (OMS), e os seus parceiros, a cada 31 de maio, comemoram o Dia Mundial Sem Tabaco, destacando os riscos para a saúde associados ao uso do tabaco e defendendo políticas eficazes para reduzir o seu consumo.</p>
<p>O consumo de tabaco contém substâncias químicas que provocam cancro e outras doenças em diferentes órgãos do corpo, aumentando significativamente o risco de desenvolver estas doenças. Parar de fumar reduz consideravelmente a probabilidade de desenvolver vários tipos de cancro (ex: cancro do pulmão) e melhora a saúde em geral. No apelo do Diretor-Geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, este afirma: “Pedimos a todos os países que façam sua parte, aderindo à campanha da OMS e criando ambientes livres do tabaco que forneçam às pessoas as informações, o apoio e as ferramentas de que precisam para deixar de fumar para sempre”.</p>
<p>Completam-se agora dois anos desde que decorreu a <em>9th European Conference on Tobacco or Health</em> (ECToH23) em Madrid, a maior conferência europeia dedicada especificamente ao tabaco e ao seu impacto na Saúde e na sociedade, à qual tive a honra de presidir como Presidente da <em>European Cancer Leagues</em> (ECL). Este evento teve como presidente honorária a Rainha Letizia de Espanha, que nos brindou com um excelente e assertivo discurso de abertura. A Cerimónia de Encerramento, momento nobre, ficou marcada pela assinatura da Declaração de Madrid/ Magna Carta Contra o Tabaco que foi aprovada por unanimidade por toda a assembleia (Tob Prev Cessat. 2023 Dec 18;9:38).</p>
<p>Nesta Declaração são apontadas diversas iniciativas decisivas para proteger a saúde dos nossos jovens e para criar uma geração livre de fumo até 2040, consciencializar sobre os riscos do tabagismo e promover políticas de prevenção com um particular destaque para a importância de proteger crianças e jovens da influência da indústria do tabaco, que utiliza redes sociais e plataformas de <em>streaming</em> para atrair novos consumidores.</p>
<p>Sabemos hoje que cerca de dois terços das causas de morte nos fumadores são atribuíveis ao consumo do tabaco e, em média, um fumador vive menos 10 anos do que um não fumador. O tabaco é o único fator de risco comum a quatro das principais doenças crónicas: cancro, doença respiratória crónica, diabetes e doenças cérebro-cardiovasculares.</p>
<p>E segundo a DGS estima-se ainda que, em 2019, tenham ocorrido, em Portugal, cerca de 13.500 óbitos atribuíveis ao tabaco incluindo 1.771 por exposição a fumo passivo. No caso do cancro do pulmão, este está associado em 85% dos casos ao fumo do cigarro. Em 2020, registaram-se 4.797 óbitos devido a este tipo de cancro, representando aproximadamente 15,4% das mortes por cancro no país sendo que a maioria dos casos (75%) é diagnosticada em estádios avançados, o que contribui para a baixa taxa de sobrevivência. De uma forma resumida, 15 portugueses são diagnosticados TODOS OS DIAS com CANCRO DO PULMÃO sendo que 13 MORREM TODOS OS DIAS com A DOENÇA.</p>
<p>Além do impacto social, o cancro do pulmão afeta física e emocionalmente os doentes, com um impacto considerável nas suas famílias. Estudos realizados com doentes com cancro do pulmão demonstram que 62% destes doentes evidenciam sofrimento psicológico. Por outro lado, o crescente impacto económico direto é significativo envolvendo 0,09% do PIB português, aproximando-se de 1% do total das despesas de saúde em Portugal (números de 2012 com tendência crescente).</p>
<p>O maior estudo europeu sobre o rastreio do cancro do pulmão, demonstrou um potencial de redução da mortalidade em 25% numa população de alto risco após rastreio (Cancer Imaging. 2011 Oct 3;11 Spec No A(1A):S79-84).</p>
<p>Em Portugal, a <a href="https://aliancacancropulmao.pt/" target="_blank" rel="noopener">Aliança para o Cancro do Pulmão</a>, adaptou localmente um modelo de aferição do custo-efetividade da implementação do rastreio da doença, demonstrando que a implementação do Programa de Rastreio é custo-efetiva para a realidade portuguesa. (J Comp Eff Res. 2024 Nov;13(11):e240102).</p>
<p>A Aliança para o Cancro do Pulmão é uma iniciativa nacional, inspirada na iniciativa internacional <em>Lung Ambition Alliance</em>. Em Portugal, esta Aliança é composta por membros de sete entidades, unidas pelo objetivo comum de reduzir a mortalidade, aumentar a sobrevivência e a qualidade de vida dos doentes com Cancro do Pulmão.</p>
<p>Qualquer estratégia de rastreio a ser implementada deverá ser acompanhada de medidas associadas a Educação/Literacia para a Saúde e Legislação complementar. De realçar a importância das organizações que estão no terreno com intervenção credível e direta na comunidade como é o caso da Liga Portuguesa Contra o Cancro que desde há muitos anos, utiliza “O Código Europeu contra o Cancro” indicando recomendações para a população que permitam reduzir o seu risco para o desenvolvimento de cancro com base nos resultados mais recentes da investigação científica.</p>
<p>Face a esta avassaladora evidencia, é premente a reflexão sobre as estratégias de intervenção e prevenção do cancro do pulmão. Relativamente a prevenção, todo o conhecimento científico indica que a intervenção combinada da Prevenção Primária (Educação, Legislação, Cessação tabágica) com a Prevenção Secundária (Rastreio) oferecem a melhor garantia de eficácia para a prevenção. Enquanto houver um doente com cancro do pulmão significa que falhamos na prevenção primaria e secundaria de 85% destes doentes, mas há 15 a 20 anos, o tempo médio de desenvolvimento de um tumor.</p>
<p>A prevenção do cancro pode ser equiparada a uma maratona e como tal os resultados têm um longo tempo de maturação. Mas resulta, e é a melhor forma de evitar um pesadelo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Artigo redigido por Rui Medeiros, Investigador e Professor Universitário, Liga Portuguesa Contra o Cancro/ Aliança para o Cancro do Pulmão</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aliança para o Cancro do Pulmão promove a discussão sobre a importância do rastreio no Cancro do Pulmão</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/alianca-para-o-cancro-do-pulmao-promove-a-discussao-sobre-a-importancia-do-rastreio-no-cancro-do-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 11:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Aliança para o Cancro do Pulmão, com o apoio do Sindicato dos Jornalistas, promove o workshop Rastreio do Cancro do Pulmão: Game&#8211;Changing. O workshop, com inscrição gratuita, decorre em formato virtual, entre as 17h00 e as 18h30 do dia 11 de março. As três sessões que compõem o programa têm como objetivo promover a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Aliança para o Cancro do Pulmão, com o apoio do Sindicato dos Jornalistas, promove o <em>workshop</em><strong> Rastreio do Cancro do Pulmão: <em>Game</em>&#8211;<em>Changing</em></strong>. O <em>workshop</em>, com inscrição gratuita, decorre em formato virtual, entre as <strong>17h00 e as 18h30 do dia 11 de março</strong>.</p>
<p>As três sessões que compõem o programa têm como objetivo promover a discussão sobre o impacto que o jornalismo tem no conhecimento sobre a doença, junto dos profissionais de saúde, profissionais de comunicação e comunidade.</p>
<p>A sessão de abertura, vai contar com o investigador e professor universitário Rui Medeiros e ainda com um representante do Sindicato dos Jornalistas.</p>
<p>Segue-se uma curta apresentação por parte da jornalista Lúcia Gonçalves sobre “Mediatismo no Cancro”.</p>
<p>A pneumologista, Dr.ª Lurdes Ferreira, irá trazer à discussão o tema “Cancro do Pulmão: Epidemiologia, diagnóstico e prognóstico”.</p>
<p>Ainda haverá espaço para um debate sobre a importância do rastreio de cancro do pulmão que contará com a presença da pneumologista, Dr.ª Gabriela Fernandes, da oncologista, Dr.ª Fernanda Estevinho, e também do Prof.º Rui Medeiros. Nesta sessão, serão apresentados e discutidos os resultados de um estudo recentemente publicado sobre a custo-efetividade do rastreio do cancro do pulmão em Portugal.</p>
<p>A participação neste workshop não tem qualquer custo associado. A inscrição deverá ser feita <a href="https://www.eventbrite.pt/e/workshop-rastreio-do-cancro-do-pulmao-game-changing-tickets-1204868848159" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aliança Para o Cancro do Pulmão promove webinar sobre mitos associados ao cancro</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/alianca-para-o-cancro-do-pulmao-promove-webinar-sobre-mitos-associados-ao-cancro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 11:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 29 de novembro, pelas 19 horas, será transmitido o webinar “Pôr o cancro a andar”. Dirigido à população em geral, e com participação gratuita através de um formulário de inscrição, a sessão tem como objetivo sensibilizar para a importância do exercício físico na gestão do Cancro do Pulmão. A atividade física tem vários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 29 de novembro, pelas 19 horas, será transmitido o webinar “Pôr o cancro a andar”. Dirigido à população em geral, e com participação gratuita através de um <a href="https://www.eventbrite.pt/e/webinar-por-o-cancro-a-andar-tickets-1043564829497">formulário de inscrição</a>, a sessão tem como objetivo sensibilizar para a importância do exercício físico na gestão do Cancro do Pulmão.</p>
<p>A atividade física tem vários benefícios comprovados na qualidade de vida dos doentes com Cancro de Pulmão. No entanto, ainda persistem vários mitos relativamente à prática de exercício durante o tratamento, que contribuem para a hesitação dos doentes em adotar uma rotina mais ativa.</p>
<p>O <strong>webinar “Pôr o Cancro a Andar”</strong>, com o mote <strong>“Mitos e Factos do Exercício no Cancro do Pulmão”</strong>, promovido pela Aliança Para o Cancro do Pulmão, terá no programa os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Mitos &amp; Verdades sobre a prática física e Cancro do Pulmão, apresentado pela Dra. Carina Gaspar e Dra. Ana Rodrigues;</li>
<li>A importância do acompanhamento especializado, apresentado pela Dra. Ana Joaquim e Prof. Alberto Castro Alves.</li>
</ul>
<p>A audiência será convidada a fazer questões aos especialistas, vendo assim as suas dúvidas sobre o tema, esclarecidas.</p>
<p><em>“Muitos doentes com cancro do pulmão ainda acreditam que é perigoso praticar exercício físico. E sentimos também que os profissionais que cuidam destes doentes ainda estão pouco sensibilizados para abordar junto dos doentes os benefícios da prática regular de exercício. Decidimos por isso dirigir este webinar tanto a doentes como profissionais, esperando por toda a comunidade de cancro do pulmão a falar sobre este tema tão relevante. </em><em>Este evento gratuito reúne profissionais de saúde especialistas na área do Cancro do Pulmão e profissionais do desporto. Será um momento de partilha de conhecimento, disponível para todos os que quiserem participar.”</em> refere Carina Gaspar, pneumologista e membro do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão.</p>
<p><em>“Existe a crença que quem está doente deve-se resguardar e descansar, no entanto, o exercício físico tem imensos benefícios para o doente com cancro. Existem benefícios a nível físico, mental, psicológico, assim como melhora a tolerância aos tratamentos e tem impacto na sobrevivência, uma sobrevivência com maior qualidade de vida. É importante esta sensibilização”, </em>salienta Ana Rodrigues, oncologista no Instituto Português do Porto e membro do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão.</p>
<p>O link de acesso (plataforma Zoom) ao webinar: <a href="https://zoom.us/j/92019520610?pwd=RrH4SOOOuztvMhnoJbArorGdyYOAOj.1">https://zoom.us/j/92019520610?pwd=RrH4SOOOuztvMhnoJbArorGdyYOAOj.1</a></p>
<p>A Aliança para o Cancro do Pulmão é uma iniciativa que reúne várias entidades: Grupo de Estudos para o Cancro do Pulmão, Liga Portuguesa Contra o Cancro, Ordem dos Médicos, Pulmonale, Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardíaca, Torácica e Vascular, Sociedade Portuguesa de Pneumologia e AstraZeneca. Organiza-se em quatro Grupos de Trabalho, dedicados a diferentes temas: Aumentar o conhecimento sobre cancro do pulmão; Implementar o rastreio em grupos de alto risco; Promover diagnóstico e intervenção precoces e Melhorar a qualidade dos cuidados e apoio aos doentes com Cancro do Pulmão e cuidadores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aliança para o Cancro do Pulmão foi ao Parlamento reforçar a necessidade de rastreio à doença em Portugal</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/alianca-para-o-cancro-do-pulmao-foi-ao-parlamento-reforcar-a-necessidade-de-rastreio-a-doenca-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 09:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo publicado recentemente confirma custo-efetividade do rastreio, capaz de antecipar diagnósticos e salvar vidas &#160; Tendo em conta o paradigma do cancro do pulmão em Portugal e os dados do estudo recente, elaborado pela Aliança para o Cancro do Pulmão, que comprovam uma favorável custo-efetividade da implementação de um rastreio à doença no nosso país, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Estudo publicado recentemente confirma custo-efetividade do rastreio, capaz de antecipar diagnósticos e salvar vidas</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo em conta o paradigma do cancro do pulmão em Portugal e os dados do estudo recente, elaborado pela Aliança para o Cancro do Pulmão, que comprovam uma favorável custo-efetividade da implementação de um rastreio à doença no nosso país, quatro membros da Aliança participaram, no passado dia 4, numa Audiência Parlamentar, que confirmou a relevância do tema e a disponibilidade de realizar mais ações nesta área.</p>
<p>O cancro do pulmão é o cancro que mais mata no mundo inteiro, e também em Portugal se verificam taxas de incidência e de mortalidade elevadas, associadas sobretudo ao diagnóstico tardio.<sup>1-3</sup> A melhor forma de antecipar este diagnóstico passa pela implementação de um rastreio que, de resto, já foi implementado em praticamente todos os países da Europa, através da inclusão nos Programas Nacionais ou em projetos-piloto regionais, sendo que apenas uma pequena parte de países europeus não apresenta ainda resposta neste sentido, um dos quais Portugal.</p>
<p>“O cancro do pulmão não tem de ser uma sentença para os doentes. Prevenir é não fumar (ou deixar de fumar nos que fumam) e diagnosticar mais cedo. O rastreio por TAC pulmonar é muito simples de realizar, é custo-eficaz para o sistema de saúde, e é fundamental para mudar a vida dos doentes”, explica o Professor Paulo Santos, Professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e médico especialista em Medicina Geral e Familiar.</p>
<p>De momento, existe evidência científica que suporta a conclusão de que um diagnóstico numa fase precoce, através de um programa de rastreio, pode mitigar cenários de diagnósticos tardios e consequentemente reduzir o número de mortes.<sup>4,5</sup> Evidências que se traduzem em dois estudos publicados recentemente em Portugal (colocar link para os estudos), que comprovam a sua exequibilidade e a sua custo-efetividade. De acordo com os resultados do estudo de custo efetividade, baseado no modelo aplicado no estudo NELSON<sup>6</sup>, em que participam como autores alguns membros da Aliança para o Cancro do Pulmão, a implementação de um programa de rastreio tem o potencial e para não só antecipar o diagnóstico, mas salvar vidas – mais de 13.000 pessoas no período considerado no estudo – e reduzir a carga de doença nos anos vividos.<sup>4</sup></p>
<p>“É urgente implementar o rastreio para salvar vidas”, conclui a Dra. Cristina Rodrigues, médica especialista em Cirurgia Torácica e Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardíaca, Torácica e Vascular.</p>
<p>A Aliança para o Cancro do Pulmão é composta pelo Grupo de Estudos para o Cancro do Pulmão, Liga Portuguesa Contra o Cancro, Ordem dos Médicos, Pulmonale, Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardíaca, Torácica e Vascular, Sociedade Portuguesa de Pneumologia e AstraZeneca. Organiza-se em quatro Grupos de Trabalho, dedicados a diferentes temas: Aumentar o conhecimento sobre cancro do pulmão; Implementar o rastreio em grupos de alto risco; Promover diagnóstico e intervenção precoces; Melhorar a qualidade dos cuidados e apoio aos doentes com cancro do pulmão e cuidadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong>:</p>
<p>1.     International Agency for Research on Cancer. GLOBOCAN Lung Cancer Worlwide Facts Sheet. Disponível em:  <a href="https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/cancers/15-trachea-bronchus-and-lung-fact-sheet.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/cancers/15-trachea-bronchus-and-lung-fact-sheet.pdf</a> , consultado em outubro de 2024</p>
<p>2.     International Agency for Research on Cancer. GLOBOCAN Portugal Facts Sheet.  <a href="https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/populations/620-portugal-fact-sheet.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/populations/620-portugal-fact-sheet.pdf</a></p>
<p>3.     Zhang J, <em>et al. </em>Lung Cancer. 2022 Apr:166:27-39</p>
<p>4.     Berge HT, <em>el al.</em> J Comp Eff Res. 2024 Sep 27:e240102. doi: <a href="https://doi.org/10.57264/cer-2024-0102" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.57264/cer-2024-0102</a></p>
<p>5.     Fernandes MGO, <em>et al.</em> Pulmonology. 2024 Aug 6:S2531-0437(24)00048-5</p>
<p>6.      Zhao YR, <em>et al.</em> Cancer Imaging. 2011; 11(1A): S79–S84.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo confirma que rastreio do cancro do pulmão em Portugal é um investimento que salva vidas e é custo-efetivo</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/estudo-confirma-que-rastreio-do-cancro-do-pulmao-em-portugal-e-um-investimento-que-salva-vidas-e-e-custo-efetivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 09:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise realizada confirma os benefícios da implementação de um rastreio ao cancro do pulmão em Portugal; Doença é a principal causa de morte por cancro no nosso País, roubando 13 vidas todos os dias. &#160; O rastreio do cancro do pulmão em Portugal é um investimento que vale a pena? A Aliança para o Cancro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li>Análise realizada confirma os benefícios da implementação de um rastreio ao cancro do pulmão em Portugal;</li>
<li>Doença é a principal causa de morte por cancro no nosso País, roubando 13 vidas todos os dias.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O rastreio do cancro do pulmão em Portugal é um investimento que vale a pena? A Aliança para o Cancro do Pulmão, composta por sete entidades unidas pelo objetivo comum de reduzir a mortalidade, aumentar a sobrevivência e a qualidade de vida dos doentes com este tipo de tumores, dá resposta a esta questão, através de um estudo que o confirma: o rastreio é um investimento custo-efetivo, aumenta a taxa de sobrevivência e reduz os custos com os tratamentos mais avançados (1,2). Contas feitas, a implementação deste tipo de rastreio no nosso país poderia permitir salvar milhares de vidas (1).</p>
<p>Os números confirmam que o cancro do pulmão é agora a principal causa de morte por cancro em todo o mundo (3), com 75% dos casos diagnosticados em fases avançadas, onde a probabilidade de sobrevivência é muito baixa (4). Em Portugal, é a principal causa de morte por cancro: todos os dias, cerca de 17 portugueses são diagnosticados e cerca de 14 morrem devido ao cancro do pulmão (5).</p>
<p>Dados que justificam a atenção dada ao rastreio pela Aliança para o Cancro do Pulmão, composta pelo Grupo de Estudos para o Cancro do Pulmão, Liga Portuguesa Contra o Cancro, Ordem dos Médicos, Pulmonale, Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardíaca, Torácica e Vascular, Sociedade Portuguesa de Pneumologia e AstraZeneca. Este estudo adaptou localmente um modelo de custo-efetividade da implementação de um rastreio, tendo por base o protocolo de investigação e os resultados do programa NELSON (6,7), o maior estudo europeu sobre o rastreio do cancro do pulmão, que demonstrou um potencial de redução da mortalidade em 25% numa população de alto risco, após rastreio. (6)</p>
<p><em>“Este estudo resulta do esforço de muitas organizações (incluindo a Liga Portuguesa Contra o Cancro) que se reuniram no sentido de responder a uma questão atualmente em discussão e relativa ao impacto custo-efetividade da implementação de um rastreio de cancro do pulmão em Portugal. A prevenção do cancro do pulmão associando a redução do consumo do tabaco e a implementação do rastreio apontam para um impacto fortíssimo na redução do número de casos, grandes implicações no número de mortes resultantes e contribuindo para a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde. Os resultados publicados neste estudo de investigação vêm demonstrar e reforçar, mais uma vez, que a investigação em cancro pode salvar a sua vida e da sua família.” explica o Prof. Rui Medeiros, um dos autores do Estudo, Investigador no IPO Porto e membro da Direção da Liga Portuguesa Contra o Cancro NRNorte e da Direção da ECO-European Cancer Organization.</em></p>
<p>No total, 13.271 mortes por cancro do pulmão poderiam ser evitadas, no horizonte temporal de 40 anos considerado no estudo, com a implementação do rastreio. (1)</p>
<p>O estudo conclui que o rastreio do cancro do pulmão melhora os resultados clínicos dos doentes, apresentando, ao mesmo tempo, custos adicionais aceitáveis.</p>
<p><em>“O rastreio do cancro do pulmão de base populacional é um meio comprovado que permite fazer o diagnóstico mais precoce e que salva vidas – os estudos mostram que salva a vida a cerca de 20% dos doentes com cancro do pulmão. É, ainda, um método, também comprovado, custo-efectivo – cujos benefícios clínicos e de qualidade-de-vida que se podem alcançar superaram os custos necessários à sua implementação. Não há motivo para atrasar mais a implementação de um projeto piloto no nosso país.”, </em>adianta o Prof. António Araújo, Diretor do Serviço de Oncologia Médica na ULS Santo António e Diretor do Mestrado Integrado em Medicina no ICBAS-UP.</p>
<p>São dados que, de acordo com os especialistas que realizaram a análise, “indicam que o rastreio do cancro do pulmão em Portugal deve ser a opção preferencial para o diagnóstico de doentes com cancro do pulmão, na população de alto risco, em comparação com o percurso clínico atual. Os resultados fornecem aos decisores informação que suporta a implementação de um programa de rastreio do cancro do pulmão em Portugal”. (1)</p>
<p>Recorde-se que o impacto económico atribuído ao cancro do pulmão de células não-pequenas, o subtipo mais frequente (85% do total de casos)(8) ascendeu a 143 milhões de euros em 2012, o que representava aproximadamente 0,09% do Produto Interno Bruto (PIB) português e 0,92% do total das despesas com a saúde (9). Nos últimos anos, o percurso do tratamento do cancro do pulmão, sobretudo para os doentes em fase avançada, mudou com a introdução de tratamentos inovadores que melhoram a qualidade de vida e as taxas de sobrevivência dos doentes com cancro, mas que também contribuem para o aumento dos custos de saúde.</p>
<p><em>“O cancro do pulmão continua a ser a principal causa de mortalidade por cancro em todo mundo. Desde o ano de 2011 que é claro que o rastreio do cancro do pulmão em indivíduos de alto risco, reduz a mortalidade em pelo menos 20%. A União Europeia, desde 2022, considera haver necessidade de iniciar o Rastreio do Cancro do Pulmão na Europa. O estudo agora publicado prova claramente que o rastreio do Cancro do Pulmão é custo-efetivo em Portugal, cria valor em saúde e a sua implementação necessita só de 1/3 dos custos aceitáveis, de acordo com as recomendações da OMS para os rastreios. Torna-se assim inquestionável a implementação urgente do Rastreio do Cancro do Pulmão em Portugal.”, </em>conclui Prof. Venceslau Hespanhol, Pneumologista no Hospital CUF Porto e membro do <em>Intercellular Communication and Cancer, Research Group</em>, IPATIMUP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>(1) Berge HT, <em>el al.</em> J Comp Eff Res. 2024 Sep 27:e240102. doi: <a href="https://doi.org/10.57264/cer-2024-0102" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.57264/cer-2024-0102</a></p>
<p>(2) Fernandes MGO, <em>et al.</em> Pulmonology. 2024 Aug 6:S2531-0437(24)00048-5. doi: <a href="https://doi.org/10.1016/j.pulmoe.2024.04.003" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.1016/j.pulmoe.2024.04.003</a></p>
<p>(3) International Agency for Research on Cancer. GLOBOCAN Lung Cancer Worlwide Facts Sheet. Disponível em:  <a href="https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/cancers/15-trachea-bronchus-and-lung-fact-sheet.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/cancers/15-trachea-bronchus-and-lung-fact-sheet.pdf</a> , consultado em outubro de 2024</p>
<p>(4) Nooreldeen R, Bach H. Int J Mol Sci. 2021 Aug 12;22(16):8661.  doi: <a href="https://doi.org/10.3390/ijms22168661" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.3390/ijms22168661</a></p>
<p>(5) International Agency for Research on Cancer. GLOBOCAN Portugal Facts Sheet.  <a href="https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/populations/620-portugal-fact-sheet.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/populations/620-portugal-fact-sheet.pdf</a></p>
<p>(6) Zhao YR, <em>et al.</em> Cancer Imaging. 2011; 11(1A): S79–S84. doi: <a href="https://doi.org/10.1102%2F1470-7330.2011.9020" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.1102%2F1470-7330.2011.9020</a></p>
<p>(7) Pan X, <em>et al.</em> J Med Econ. 2024 Jan-Dec;27(1):27-38. doi: <a href="https://doi.org/10.1080/13696998.2023.2288739" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.1080/13696998.2023.2288739</a></p>
<p>(8) Zappa C, Mousa SA. Transl Lung Cancer Res. 2016 Jun; 5(3): 288–300. doi: <a href="https://doi.org/10.21037%2Ftlcr.2016.06.07" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">10.21037/tlcr.2016.06.07</a></p>
<p>(9) Borges M, <em>et al. </em>Value Health. 2014 Nov;17(7):A626. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27202212/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" rel="noreferrer noopener">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27202212/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro do Pulmão é responsável por 1 em cada 5 mortes por cancro</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/cancro-do-pulmao-e-responsavel-por-1-em-cada-5-mortes-por-cancro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 11:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O rastreio de Cancro do Pulmão ainda não foi implementado no nosso país, apesar da redução significativa da mortalidade devia ao aumento do número de diagnósticos de tumores em estádios iniciais. Ao assinalar-se o Dia Mundial do Cancro do Pulmão, continua a ser absolutamente necessário informar e recordar os factos que envolvem esta patologia tão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O rastreio de Cancro do Pulmão ainda não foi implementado no nosso país, apesar da redução significativa da mortalidade devia ao aumento do número de diagnósticos de tumores em estádios iniciais.</strong></p>
<p>Ao assinalar-se o Dia Mundial do Cancro do Pulmão, continua a ser absolutamente necessário informar e recordar os factos que envolvem esta patologia tão prevalente e com tanto impacto na nossa população. Trata-se da terceira neoplasia mais frequente no nosso país, sendo que se assume como a maior causa de morte por doença oncológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mundo, continua também como o tipo de cancro que mais fatalidades representa, sendo que 1 em cada 5 mortes por cancro é provocada pelo cancro do pulmão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há, contudo, várias mensagens de otimismo e esperança que importa referir nesta efeméride. Existem grandiosos avanços recentes no que respeita ao tratamento do cancro do pulmão e estes têm um enorme impacto na sobrevida e na qualidade de vida na generalidade dos doentes.</p>
<p>No que toca ao cancro do pulmão nos estádios avançados, as inovações na terapêutica têm sido impactantes trazendo um grande alento a quem trata estes doentes e uma nova perspectiva de longevidade para os mesmos, aquando do diagnóstico de doença avançada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação ao tratamento do Cancro do Pulmão em estádios precoces, aqueles sobre os quais o meu trabalho diário mais incide, na maioria dos casos, as inovações também têm chegado a um ritmo bastante encorajador. Nos últimos anos, a cirurgia minimamente invasiva tem permitido realizar procedimentos para o tratamento do cancro do pulmão com uma recuperação mais célere, menos dolorosa, com menos impacto estético e com os mesmos resultados oncológicos. A terapêutica médica tem sofrido também um avanço grande neste grupo de doentes. No que diz respeito à terapêutica peri-operatória, as terapêuticas alvo e a imunoterapia, tornaram-se num foco altamente relevante para a investigação clínica atual, documentando-se consistentemente melhorias significativas na sobrevida e na sobrevida livre de doença para os doentes que beneficiam da sua administração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2020, foi criada a Aliança para o Cancro do pulmão, uma entidade que visa a melhoria da sobrevida e da qualidade de vida dos doentes com cancro do pulmão. Com vista a este objetivo, conta com uma multidisciplinariedade muitíssimo importante no tratamento destes doentes e que se baseia na colaboração de sete entidades que desenvolvem também individualmente um trabalho muito meritório nesta área. As entidades referidas são: o Grupo de Estudos para o Cancro do Pulmão, a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Ordem dos Médicos, a Pulmonale, a Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardíaca Torácica e Vascular, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia e a AstraZeneca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardíaca Torácica e Vascular, como parte integrante desta Aliança, tem membros em todos os grupos de trabalho e no Conselho Estratégico, procurando trabalhar ativamente e em conjunto com os restantes membros, com vista à melhoria contínua dos cuidados aos doentes com Cancro do Pulmão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não posso deixar de falar no rastreio de Cancro do Pulmão, que ainda não foi implementado no nosso país, apesar de toda a evidência internacional que nos vem demonstrando uma redução significativa da mortalidade associada a esta neoplasia, decorrente de um aumento do número de diagnósticos de tumores em estádios iniciais e, por conseguinte, uma melhoria significativa do prognóstico desta doença. Sendo este um objetivo maior para todos os que tratam esta neoplasia, é urgente que o rastreio seja implementado no nosso país.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aliança para o Cancro do Pulmão testou mindfulness como ferramenta terapêutica para doentes e seus cuidadores</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/alianca-para-o-cancro-do-pulmao-testou-mindfulness-como-ferramenta-terapeutica-para-doentes-e-seus-cuidadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 11:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Contribuir para melhorar a jornada dos doentes com Cancro do Pulmão em Portugal e, ao mesmo tempo, apoiar os seus cuidadores é uma das missões assumidas pela Aliança para o Cancro do Pulmão, que decidiu concretizar este propósito através do “Lung Mind Alliance”, um programa baseado em mindfulness, que concilia terapias cognitivo-comportamentais e práticas de meditação. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contribuir para melhorar a jornada dos doentes com Cancro do Pulmão em Portugal e, ao mesmo tempo, apoiar os seus cuidadores é uma das missões assumidas pela Aliança para o Cancro do Pulmão, que decidiu concretizar este propósito através do “Lung Mind Alliance”, um programa baseado em mindfulness, que concilia terapias cognitivo-comportamentais e práticas de meditação. Uma iniciativa que contou já com duas edições, uma das quais dirigida também a profissionais de saúde e que, confirmam as formadoras e os participantes, teve um impacto muito positivo.</p>
<p>Carina Gaspar, pneumologista e membro do <a href="https://www.gecp.pt/">Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão</a>, confirma que o objetivo do grupo que coordena baseia-se na melhoria da qualidade dos cuidados prestados e apoio aos doentes com Cancro do Pulmão e seus cuidadores. Para isso, consideram necessário “preencher lacunas que existem nos cuidados já prestados a estes doentes no nosso país”, através do mindfulness, “uma abordagem terapêutica ainda muito pouco explorada neste grupo de doentes, apesar dos seus comprovados benefícios”.</p>
<p>E acrescenta que, “em doentes oncológicos, pode ajudar a reduzir os níveis de stress e ansiedade, reduzir os sintomas de depressão, melhorar o sono, proporcionar alívio de sintomas físicos como a dor e promover uma maior sensação de controlo e aceitação durante o processo de tratamento”. Motivos de inquestionáveis para oferecer esta abordagem ao doente com Cancro do Pulmão e juntar a este os seus cuidadores informais, para os quais, reforça, “são dirigidas muito poucas iniciativas”.</p>
<p>Sessões dirigida para médicos que tratam cancro do pulmão</p>
<p>Os resultados da primeira edição motivaram a avançar para uma segunda, esta dirigida a profissionais de saúde. “Também neste grupo existe uma forte evidência do benefício do mindfulness”, refere Carina Gaspar, que acrescenta que os promotores desta iniciativa acreditavam ainda que, “ao beneficiarem do programa na primeira pessoa, os profissionais de saúde virão a tornar-se embaixadores eficazes em promover os benefícios do mindfulness para os doentes”.</p>
<p>Carla Martins, diretora do Ser Integral: Centro Português de <a href="https://noticiassaude.pt/mindfulness-um-remedio-promissor-para-a-dor-cronica/">Mindfulness</a>, foi uma das formadoras envolvidas no curso para profissionais de saúde que acompanham doentes com Cancro do Pulmão. “O objetivo na implementação deste programa baseado em mindfulness foi proporcionar ferramentas aos profissionais de saúde para reduzir o stress, fomentar a resiliência, reduzir sintomas de burnout, aumentar a qualidade de vida, a regulação emocional e atencional dentro e fora do local de trabalho”, explica.</p>
<p>Ao longo de dez semanas, 13 profissionais de saúde na área do cancro do pulmão assumiram este compromisso. “Caminhamos juntos num processo de desligar o piloto automático, de chegar com mais consciência ao momento presente, à nossa experiência interna que vai surgindo a cada instante, à medida que nos relacionamos connosco próprios, com os outros e com o mundo. Fomentamos a capacidade de reconhecer a reatividade em momentos de dificuldade, a capacidade de nos aproximarmos com gentileza do que nos é difícil e desafiante, de encontrarmos formas criativas e hábeis de lidar com momentos de stress e desafio. Reconhecermos a necessidade do autocuidado e entendimento do que precisamos para fomentar o nosso bem-estar a cada momento do dia por forma a cultivarmos a saúde mental, emocional e física”, refere.</p>
<p>Um trabalho que considera “essencial, dado o elevado grau de burnout, ansiedade e stress nos profissionais de saúde. É urgente cuidar dos cuidadores, é urgente implementar novas intervenções que permitam aceder e fomentar recursos internos de gestão emocional para que consigamos promover o bem-estar psicológico e o aumento da qualidade de vida dentro e fora do contexto laboral dos profissionais de saúde”.</p>
<p>No caso dos doentes com cancro do pulmão, explica Catarina Lorvão, do Atelier Remind Choice e formadora no curso de mindfulness dirigido aos doentes e cuidadores, com uma duração de oito semanas, “esta abordagem permite encontrar espaço em emoções que normalmente tendemos a evitar como o medo, a tristeza, a culpa, e que convivem diariamente frente a frente com um diagnóstico que inclui esta palavra que tantos de nós não queremos vir a experimentar na vida como ela é, o cancro”.</p>
<p>Refere ainda que “o benefício não está em querer atingir um estado particular, mas sim em reconhecer que através desta abordagem, cada um de nós, pode encontrar e ajustar os recursos internos e externos disponíveis, para poder melhor lidar com o que não podemos controlar”.</p>
<p>Findo este programa dinamizado à distância, Catarina Lorvão partilha que a reflexão lhe trouxe novos horizontes, “esta aventura cumpriu o esperado e abriu espaço para uma nova perspetiva, permitindo que esta forma de intervenção integrada na terapia de 3ª geração, possa continuar a contribuir para tornar mais leve a vida em condição de doença oncológica”.</p>
<p>Uma doente procurava, na altura, digerir o facto de ter sido diagnosticada com Cancro do Pulmão e confessou que acedeu a participar “sem grandes expectativas e bastante a medo de um desconhecido esotérico”. Mas o resultado foi diferente do que esperava. “O programa foi um reencontro comigo mesma, com as minhas vísceras, a minha essência. Tinha aprendido a pôr de lado os meus impulsos, vivemos a contrariá-los, eu acho que acabei por me tornar surda aos sinais do corpo, mas o corpo vive no presente, enquanto a cabeça divaga, sonha, idealiza … o corpo providencia. O programa permitiu que conseguisse escutar o meu corpo novamente, como em criança. Começar a escutar o meu corpo permitiu que eu me tornasse melhor para mim e isso teve grandes impactos na minha vida e considero que hoje sou uma pessoa mais íntegra e mais plena.”</p>
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		<item>
		<title>Dia Mundial sem Tabaco &#8211; uma luta global pela Saúde</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/dia-mundial-sem-tabaco-uma-luta-global-pela-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 11:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Dia Mundial Sem Tabaco serve como um chamado à ação para governos, organizações e indivíduos em todo o mundo. O Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, é uma iniciativa global promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre os riscos para a saúde associados ao uso do tabaco e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Dia Mundial Sem Tabaco serve como um chamado à ação para governos, organizações e indivíduos em todo o mundo.</strong></p>
<p>O Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, é uma iniciativa global promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre os riscos para a saúde associados ao uso do tabaco e para advogar por políticas eficazes para reduzir o consumo de tabaco. Desde a sua criação em 1987, essa data tem servido como um marco para consciencializar a população mundial sobre os danos causados pelo tabagismo e para mobilizar esforços na promoção de ambientes livres de tabaco.</p>
<p>O tema do Dia Mundial Sem Tabaco em 2024, segundo o documento divulgado pela OMS em janeiro, é <strong>“Cultive alimentos, não tabaco”.</strong> Este tema enfatiza a necessidade de encorajar os agricultores a diversificar suas culturas, substituindo o cultivo de tabaco por alternativas agrícolas sustentáveis e nutritivas. A produção de tabaco não apenas prejudica a saúde dos consumidores, mas também tem impactos ambientais e económicos negativos, afetando especialmente as comunidades agrícolas em países de baixos e médios rendimentos.</p>
<p>O tabagismo é uma das principais causas evitáveis de morte no mundo, sendo responsável por mais de 8 milhões de mortes por ano. Desse total, cerca de 1,2 milhão de pessoas são vítimas do fumo passivo. O tabaco é um fator de risco para várias doenças crónicas, incluindo cancro, doenças cardíacas, doença vascular cerebral e doenças respiratórias. Além dos impactos diretos na saúde, o cultivo do tabaco contribui para a desflorestação, a degradação do solo e o uso intensivo de pesticidas, que podem contaminar o solo e a água.</p>
<p>A OMS, através do seu documento de janeiro deste ano, destaca a importância de políticas públicas rigorosas para controlar o tabagismo. Entre as medidas recomendadas estão a implementação de impostos elevados sobre os produtos de tabaco, a proibição da publicidade, promoção e patrocínio do tabaco, a adoção de embalagens neutras e a realização de campanhas de consciencialização sobre os danos causados pelo tabaco. Além disso, a OMS ressalta a importância de apoiar os programas de cessação tabágica, proporcionando aos fumadores acesso a tratamentos e recursos que facilitem a cessação.</p>
<p>Desde 2007 a OMS introduziu a metodologia prática MPOWER. Cada medida MPOWER corresponde a pelo menos uma disposição da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco.</p>
<p>As seis medidas MPOWER são:</p>
<ul>
<li>Monitorizar o uso do tabaco e as políticas de prevenção;</li>
<li>Proteger as pessoas contra o tabagismo;</li>
<li>Oferecer ajuda para parar de fumar;</li>
<li>Avisar sobre os perigos do tabaco;</li>
<li>Aplicar proibições à publicidade, promoção e patrocínio do tabaco;</li>
<li>Aumentar os impostos sobre o tabaco.</li>
</ul>
<p>Em Portugal, a política antitabaco tem sido robusta e abrangente. A Lei do Tabaco, implementada em 2007 e atualizada em 2015 e 2017, estabeleceu várias medidas importantes para a redução do consumo de tabaco. Entre essas medidas estão a proibição de fumar em espaços públicos fechados, incluindo bares e restaurantes, a proibição de publicidade e promoção de produtos de tabaco, e a exigência de advertências de saúde contundentes nas embalagens de tabaco. Além disso, os preços do tabaco têm sido elevados através de impostos significativos, como forma de desincentivar o consumo.</p>
<p>Tem havido investimento em programas de cessação tabágica, oferecendo apoio através do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Existem várias linhas de apoio e consultas especializadas que ajudam os fumadores a deixar o tabaco, com acesso a medicação e outras terapias eficazes. Campanhas de sensibilização e educação têm sido regularmente promovidas, destacando os perigos do tabagismo e os benefícios de uma vida sem tabaco.</p>
<p>Os governos e a <strong>sociedade civil</strong> têm um papel crucial na promoção do Dia Mundial Sem Tabaco. Os países têm de adotar políticas robustas e promover eventos educativos que enfatizem os perigos do tabaco e os benefícios de viver livre do tabaco. A colaboração entre setores, incluindo saúde, agricultura, educação e meio ambiente, é essencial para alcançar uma mudança significativa e duradoura.</p>
<p>O Dia Mundial Sem Tabaco serve como um chamado à ação para governos, organizações e <strong>indivíduos</strong> em todo o mundo. Ao abordar o tabagismo de maneira abrangente e integrada, podemos proteger a saúde pública, preservar o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Cabe-nos a todos a implementação destas medidas. <strong>Cada um de nós faz a diferença.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aliança para o Cancro do Pulmão e a literacia em saúde</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/alianca-para-o-cancro-do-pulmao-e-a-literacia-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 11:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos elementos fundamentais deste projeto é a comunicação através do novo website https://aliancacancropulmao.pt/, que passará a ser o local de partilha das ações dos Grupos de Trabalho, bem como das iniciativas dos parceiros que constituem a Aliança e outros conteúdos relevantes na área do cancro do pulmão, posicionando-se como uma fonte informação segura e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos elementos fundamentais deste projeto é a comunicação através do novo website https://aliancacancropulmao.pt/, que passará a ser o local de partilha das ações dos Grupos de Trabalho, bem como das iniciativas dos parceiros que constituem a Aliança e outros conteúdos relevantes na área do cancro do pulmão, posicionando-se como uma fonte informação segura e atual, para todos os que tenham interesse e vontade de contribuir para este desígnio.</p>
<p>“O lançamento do website da Aliança é mais um passo, que vai permitir partilhar o trabalho desenvolvido por cada entidade e em conjunto, e ser uma fonte de informação fidedigna e atual, numa época em que a procura de informação nas redes digitais é cada vez maior, numa área em desenvolvimento exponencial”, conclui Ana Figueiredo</p>
<p>Através da vontade e esforço colaborativo de várias entidades, e um trabalho assente na partilha de experiências e boas práticas, a Aliança para o Cancro do Pulmão pretende promover a alteração do status quo na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença em Portugal, bem como incrementar a literacia de profissionais de saúde, doentes e público em geral, através de ações que mudem o ritmo do progresso na sobrevivência desta doença.</p>
<p>“A PULMONALE, enquanto voz dos doentes com cancro do pulmão, considera necessária a cooperação ativa dos diversos stakeholders para alterar a realidade atual da doença oncológica com maior mortalidade associada”, explica Isabel Magalhães, Presidente da PULMONALE, que integra a Aliança para o Cancro do Pulmão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aliança para o Cancro do Pulmão Lança site para melhorar sobrevivência</title>
		<link>https://aliancacancropulmao.pt/alianca-para-o-cancro-do-pulmao-lanca-site-para-melhorar-sobrevivencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ali2020deV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 11:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O cancro do pulmão constitui a principal causa de morte relacionada com cancro em todo o mundo: um em cada cinco doentes está vivo após o diagnóstico inicial, e mais de 60% dos doentes são diagnosticados numa fase avançada da doença. Aumentar a sobrevivência de quem tem o diagnóstico de cancro do pulmão, com qualidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cancro do pulmão constitui a principal causa de morte relacionada com cancro em todo o mundo: um em cada cinco doentes está vivo após o diagnóstico inicial, e mais de 60% dos doentes são diagnosticados numa fase avançada da doença. Aumentar a sobrevivência de quem tem o diagnóstico de cancro do pulmão, com qualidade de vida, são dois grandes objetivos da Aliança para o Cancro do Pulmão, uma iniciativa que reúne várias entidades unidas à volta deste propósito – Grupo de Estudos para o Cancro do Pulmão (GECP), Liga Portuguesa Contra o Cancro, Ordem dos Médicos, Pulmonale, Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardíaca, Torácica e Vascular, Sociedade Portuguesa de Pneumologia e AstraZeneca.</p>
<p>A Aliança para o Cancro do Pulmão, orientada por um Conselho Estratégico, organiza-se em quatro Grupos de Trabalho, dedicados a diferentes temas: aumentar o conhecimento sobre cancro do pulmão, implementar o rastreio em grupos de alto risco, promover o diagnóstico e intervenção precoces e melhorar a qualidade dos cuidados e apoio aos doentes com cancro do pulmão e cuidadores</p>
<p>Focados em atingir a sua missão, cada grupo desenvolverá e implementará planos de ação específicos. “A multidisciplinaridade é atualmente a palavra de ordem em múltiplas áreas do conhecimento, e de forma indiscutível na oncologia.  Cada decisão sobre cada doente com cancro do pulmão é avaliada numa reunião multidisciplinar que junta profissionais de várias especialidades dedicadas ao diagnóstico, estadiamento e tratamento do cancro do pulmão”, explica Ana Figueiredo, presidente do GECP e membro do conselho estratégico da Aliança.</p>
<p>“Mas a multidisciplinaridade não se esgota nas reuniões de decisão terapêutica, é preciso ir mais longe, congregar esforços para aumentar o conhecimento sobre o cancro do pulmão (da população, doentes e profissionais de saúde), potenciar a prevenção e o rastreio de forma a promover um diagnóstico o mais precoce possível, promover o acesso rápido ao melhor tratamento, e melhorar a qualidade dos cuidados aumentando a qualidade de vida dos doentes. São estes os quatro pilares da Aliança para o Cancro do Pulmão, que junta os esforços de várias entidades que têm vindo a trabalhar em conjunto e a desenvolver atividades com este intuito”, acrescenta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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